domingo, 6 de setembro de 2009

Somos mesmo donos de nossas vidas?

Eutanásia. Esse sim é um assunto complicado, desligar mesmo as máquinas... deixar a pessoa viver no estado vegetativo durante anos?

Sempre há uma esperança, claro. Mas enquanto estamos torcendo e esperando que a pessoa "volte", ela esta sofrendo. Tem consciência do que acontece ao seu redor, em alguns casos nem isso, mas nada pode fazer... apreciar o que lhe foi dado, a vida. Existe, mas não vive.

Há sim, casos que depois de anos a pessoa reviveu mas são raríssimos. Em casos em que a pessoa está inconsciente e apenas com os órgãos e movimentos involutários funcionando não adianta muito termos "esperança" e deixá-la "viva". Nos casos em que o donte está consciente do que acontece, mas não pode fazer nada por estar em um estado preocupante, digo que é um caso pior ainda. Estamos mantendo presa nessa mundo, sem poder usufruir do que lhe é de todo direito, sua vida. Colocando-me no lugar da pessoa, eu sonharia com uma vida inteira para sorrir, chorar, brigar, me emocionar, me espantar e aprender, um mundo inteiro para conhecer e adquirir pelo menos um pouco do conhecimento que existe nesse fabuloso mundo... mas ao mesmo tempo saberia que não posso ter nada disso, apenas ficar deitado em uma cama por anos e anos.

Concordemos que é doloroso para qualquer um desligar as máquinas e ver a pessoa morrer, mas vai deixá-la viver mas ao mesmo tempo morrer? Eutanásia crime? Esse assunto se parece até com uma outra grande polêmica, o aborto. Em ambos, estamos tirando uma vida. Mas na eutanásia é uma vida ja vivida e ao mesmo tempo que não há mais chances de ser vivida.

Os médicos e profissionais da área tem a obrigação e a vontade de salvar vidas. Em algumas doenças, é medicado ao paciente medicamentos para reduzir a dor. Infelizmente, esses medicamentos em alguns casos podem adiantar um pouco a morte do indivíduo. Adiantando a morte do indivíduo, o médico leva a culpa. Mas é certo permitir que uma pessoa, por assim dizer, "morra" de dor?

terça-feira, 16 de junho de 2009

Destino...

Destino... Uma palavra bonita, mas certamente mística e um tanto subjetiva.

Será que a possibilidade de nossa vida já ser pré definida... Que há um escritor por trás de tudo isso? Somos personagens de uma bela aventura no qual a chamamos de vida. Se a controlamos ou não, não sabemos. Quanto a isso, temos duas opções, o que chamamos de destino, o conformismo; e o livre-arbítrio, a liberdade. Entre as duas opções, qual a mais plausível é uma coisa pessoal.

Alguns acreditam que nossa já vida já esta definida e não podemos fazer nada quanto a isso, apenas viver. Ninguém pode mudar o que já esta definido, é o conformismo. “Ah... É o destino, não tem jeito, nunca vou vencer”.

Há aqueles que crêem que se há um destino, nós podemos mudá-lo. Dar a volta por cima e contrariar a história. Também há aqueles que preferem à liberdade que são chamados de céticos.

Mas em qual dos lados devemos acreditar? Se levarmos em conta o lado sentimental, podemos dizer que o destino existe sim. As pessoas acreditam que a pessoa esta na posição ou status social por já estar predestinada a tal. Os mais céticos tem um modo diferente de pensar, “Não gosto de pensar que não tenho controle sob a minha vida”.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Penso, logo existo

Me pergunto... será que Descartes estava certo com essa afirmação? Tudo bem, seguindo sua linha de raciocínio podemos dizer que sim. Tudo que pensa, existe (pelo menos nesse mundo...).
E se trocarmos a ordem das coisas? Existo, logo penso? Não..ai não esta certo. Nem todos seres(ou pessoas) que existem pensam. Se todos realmente "pensassem" o mundo não estaria como está hoje. Se todos realmente pensassem, teríamos um mundo mais digno de se viver, . As pessoas pensariam antes de agir, antes de falar.
Ignorando o lado religioso que é uma coisa mais pessoal, que na minha opinião, as pessoas também não pensam antes de tomar um partido, ou são vítimas da doutrinação religiosa.